sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Aula 10: Geografia Econômica II

Urbanização no Mundo

A Revolução Industrial dos séculos XVIII e XIX foi acompanhada por uma aceleraçao notável do processo de urbanização. Acelerou-se também a exploração dos recursos naturais necessários para sustentar a produção e o consumo crescentes, levando os efeitos do desenvolvimento das cidades para o mundo rural.

Denomina-se Urbanização a transformação dos espaços naturais e rurais em espaços urbanos, concomitante à transferência em larga escala da população do campo para a cidade - o que constitui o êxodo rural.

Desde a Antiguidade as cidades vem sendo erguidas: Ur e Babilônia (que datam de mais de 3000 anos atrás!), na Mesopotâmia, Roma (no início da era cristã já tinha mais de 1 milhão de habitantes), dentre outras. No Feudalismo, as cidades perderam importância devido à descentralização política e econômica decorrente do enfraquecimento das trocas comerciais. Porém, com o advento do Capitalismo comercial elas passaram a ganhar uma nova importância: o caráter de centro de negócios.

Ainda assim, antes de 1850 nenhum país poderia ser considerado predominantemente urbano e em 1900 somente o Reino Unido tinha conseguido tal façanha. Embora o fenômeno tenha se acelerado com as Revoluções Industriais, até o século XX foi um processo lento e circunscrito aos países de industrialização pioneira (Europa Ocidental, Estados Unidos e Japão).

Após a Segunda Guerra Mundial, o fenômeno urbano se intensificou, notadamente na América Latina, no Leste e no Sudeste Asiático. Ao mesmo tempo que grandes transformações ocorreram no espaço urbano, o meio rural também se modernizou. A consequência disto foi a migração da população rural para as cidades, decorrente de fatores diversos, tais como a concentração de terras, a mecanização agrícola, a busca por melhores condições de sobrevivência e a necessidade de acesso aos novos padrões de consumo que eram difundidos através do desenvolvimento urbano. Muitas vezes a população que chega às cidades, até hoje, não possuindo recursos ou muito menos especialização para o trabalho urbano, é levada à segregação social.

Com a Revolução Informacional que segue ocorrendo desde a década de 1970, o processo de urbanização descolou-se do fenômeno de industrialização. Nos países desenvolvidos e alguns emergentes tem havido um processo de descentralização industrial, onde as mesmas tem sido deslocadas para pequenas e médias cidades, apesar do crescimento robusto do setor de serviços, que guia o processo de urbanização de muitos lugares.

Historicamente, pode-se dizer que o processo de urbanização caminhou no mundo desenvolvido de forma mais lenta, se comparado ao subdesenvolvido, onde este crescimento, em muitos casos, ocorreu de forma desordenada. Nos países do antigo bloco socialista a urbanização teve um caráter diferenciado: A planificação econômica, por via de incentivos, procurava distribuir a população, fixando-a em cidades menores ou no campo, além de não ser permitida a livre iniciativa de empreendimentos privados. A partir dos anos 90, com o fim da Guerra Fria e abertura econômica e política, o processo de urbanização passou a se dar de forma similar a outros países.

Em todo o mundo há pequenas, médias e grandes cidades. Há aquelas mais bem equipadas e outras com infra-estrutura precária, onde não existe saneamento, pavimentação, transporte eficiente e/ou coleta de lixo. Apesar das diferenças de tamanho, da idade, do estilo de sua arquitetura, das funções que exercem, tendem a ficar cada vez mais parecidas, pois, através da globalização, intensificou-se a difusão de valores e modos de vida urbano-industriais do ocidente.

À medida que se desenvolvem, as cidades - especialmente aquelas que são capitalistas - obedecem a lógica de produção e reprodução do capital, procurando se desenvolver conforme as perspectivas de lucro dadas via disponibilidade de recursos naturais e humanos, mercado consumidor e infra-estrutura. Nesse contexto, algumas cidades têm vivenciado um acentuado crescimento das atividades econîmicas nos setores secundário e terciário, o que muitas vezes pode dar origem às conurbações (processo o qual o sítio urbano de uma cidade, em seu crescimento horizontal, integra-se materialmente a outro, formando uma metrópole).
Quando este processo provoca a fusão espacial de duas ou mais metrópoles, forma-se uma megalópole, aglomerações urbanas com elevado grau de complexidade nas atividades, como transportes - transportes modernos e eficazes, malha viária adequada, vias de circução rápida, aeroportos -, infra-estrutura - abastecimento de água e coleta de esgoto, pavimentação, ditribuição de energia - e sistemas de comunicação e transmissão de dados bem desenvolvidos, intenso fluxo de pessoas e mercadorias, sistemas financeiros - bancos, bolsas de valores, escritórios de grandes corporações, etc.

A primeira megalópole do mundo surgiu na costa leste dos Estados Unidos e recebeu o nome de Bos-Wash, sendo uma mancha urbana que vai de Boston a Washington, envolvendo metrópoles como Nova York, Filadélfia e Baltimore. Nesse país, aliás, ocorre atualmente a tendência de descentralização espacial da atividade industrial, o que tem feito surgir áreas de desenvolvimento urbano recentes, baseadas em alta tecnologia, como são os exemplos das novas regiões industriais da Califórnia, como o Vale do Silício. No litoral sudeste do Japão está a maior megalópole do mundo, que tem cerca de 900 km de extensão! Ela é Tokaido e vai de Tóquio a Kitakyushu , ao sul do arquipélago.

No fim da década de 1980, com o início da atual fase da globalização econômica, algumas cidades do mundo capitalista adquiriram condição de cidades globais. São metrópoles onde a tecnologia, a infra-estrutura e os sistemas informacionais permitem a perfeita integração com movimentos financeiros e negócios em tempo real. Por exemplo, muitas negociações de ativos cujas empresas tem operações realizadas na Bolsa de Valores de São Paulo, cidade global, são feitas online. Portanto, esses espaços geográficos configuram grandes centros de conectividade, contanto com o que há de mais eficaz em conexão à rede mundo de computadores, em banda larga, transmissão de dados por fibra ótica, satélites de comunicaçã etc. Esses grandes centros econômico-financeiros contam com unidades dos grandes bancos internacionais, mercado financeiro e evelado volume de investimentos de capitais. Isso sinaliza uma rede urbana mundial hierarquizada, com a finalidade de garantir a circulação de capitais e mercadorias.

Na rede urbana nacional ou regional, as cidades polarizam o espaço territorial, dependendo de sua capacidade de gerar negócios, produtos e serviços. Denomina-se área polarizada por uam cidade a área que está sob sua influência e, assim, pode-se estabelecer uma hierarquização entre as mesmas, no espaço regional, nacional e até global. As cidades de maior porte e mais desnevolvidas ocupam posição privilegiada em relação às menores. Ao se compararem países ricos e pobres constata-se que os problemas urbanos possuem intensidades diferentes , dependendo da quantidade de recursos disponíveis para a melhoria dos serviços urbanos.

Nas cidades do mundo capitalista, em países ricos e pobres, o espaço urbano é propriedade - estatal ou privada. Portando, se um cidadão pretende habitá-l, deve adquirir uma residência ou um terreno ou, ainda, locar um imóvel. Esse fator, muitas vezes, é algo limitante à uma população de baixa renda, a quem restam poucas alternativas: ficar à mercê de ações cujo agente é o poder público; ocupar prédios abandonados, formando os chamados cortiços; invasão e consequente formação de favelas; até endividamento com o sistema creditício. Isso faz da questão habitacional um problema social urbano grave e que atinge uma parcela grande da população carente que mora nas cidades.

Assim, outra temática patente é com relação a questão dos transportes urbanos. Desenvolvidos com a finalidade de permitir a circulação de pessoas, mercadorias, capitais, interligando áreas residenciais, comerciais, industriais e de lazes, nos países ricos, onde os recursos são mais vultosos, a expansão da malha viária permite mais equilibrada distribuição da população: Linhas metroviárias, ferrovias, auto-estradas encurtam as distâncias entre as zonas urbanas. Nesses países não há só um elevado investimento em transportes como um excelente padrão de conservação e tecnologia de seus equipamentos. Nos países subdesenvolvidos osn meios de transporte são, em muito, insuficientes para a sua demanda. Com força desde o início da década de 1950 nesses países, a indústria automobilística fez dos veículos de passeio um objeto de desejo de consumo, estimulando o transporte individual em detrimento ao coletivo, que passou a ser considerado obsoleto. Paradoxalmente, sua precariedade fez com que ficassem dependentes as populações de baixa renda, também, do automóvel. O resultado são os infidáveis congestionamentos e o crescente aumento do número de acidentes de trânsito e de suas vítimas.
O consumo desenfreado de combustíveis fósseis agrava a poluição da atmosfera nos centros urbanos, além de tirar anos de vida de milhares de seres humanos. Aparentemente, a única solução para o caos do trânsito urbano nas grandes metrópoles está na "reinvenção" dos sistemas coletivos, com a instalação de sistemas integrados de transporte, associando em uma única malha diversos modais, como ônibus, trens, metrô, a custos menores para a população.

A deterioração das condições socioeconômicas e culturais tem modificado o perfil urbano, estabelecendo verdadeiros "enclaves fo rtificados", que podem ser residenciais fechados, shopping centers e grandes condominios cercados, no interior das manchas urbanas. Ocorre, concomitante, o adensamento das favelas sob tutela de novas ordens estabelecidas, dadas, às vezes, por grupos ligados ao tráfico de drogas. Isso tematiza a questão de violência urbana, que associa, em uma complexa teia, problemas de diversas naturezas, como as drogas, o desemprego, a desigualdade social, a falta de efetivos, equipamentos e treinamento adequado para órgãos de segurança, permitindo a corrupção política, policial, impunidade, morosidade da justiça, entre outras consequencias.

Urbanização no Brasil

A intensa urbanização que vem ocorrendo no Brasil, especialmente a partir de 1950, tem sido acompanhada por um processo de metropolização, isto é, concentração demográfica nas principais áreas metropolitanas do país. Isso significa que as grandes cidades, as metrópoles, crescem a um ritmo superior ao das pequenas e médias cidades. Assim, quando somamos a população das nove principais cidades do país - São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Curitiba e Belém. Juntamente com as cidades que pertencem às suas respectivas áreas metropolitanas, verificamos que, em 1950, elas reuniam por volta d e18% da população nacional em 1970, esse número subiu para 25% e, em 1995, para cerca de 31% da população total do Brasil.

Com o crescimento acelerado dessas grandes cidades e com os processo de conurbação que nelas frequentemente ocorrem, certos problemas urbanos - como os transportes, água, esgotos, uso do solo, etc. - não devem ser tratados isoladamente em cada cidade vizinha, mas em conjunto. Daí surgiu a definição de áreas ou regiões metropolitanas: "um conjunto de municípios contíguos e integrados socioeconomicamente a uma cidade central, com serviços públicos e infra-estrutura comuns." Elas foram estudadas pelo IBGE e definidas por duas leis, em 1974 e em 1975, e existem no Brasil em número de nove.

Assim cada uma dessas nove áreas metropolitanas possui um planejamento integrado de seu desenvolvimento urbano, que é elaborado por um conselho deliberativo, nomeado pelo governo de cada Estado, auxiliado por um conselho consultivo, formado por representantes de cada município integrante da região metropolitana. Procura-se desse modo, tratar de forma global certos problemas que afetam o conjunto da área metropolitana e que anteriormente ficavam a cargo apenas das prefeituras de cada município.

A urbanização brasileira, só começou a ocorrer no momento em que a indústria tornou-se o setor mais importante da economia nacional. Assim, representa um dos aspectos da passagem de uma economia agrário-exportadora para uma economia urbano-industrial, fato que só ocorreu no século XX e intensificou-se a partir de 1950.

Essa transformação do Brasil, que deixou de ser um país agrário e rural para tornar-se um país urbano industrial, embora ainda subdesenvolvido, apresenta também inúmeros outros aspectos. Por exemplo: as camadas sociais dos fazendeiros e grande comerciantes exportadores deixaram de ser dominantes politicamente, isto é, perderam sua influência sobre o governo em favor das industrias, banqueiros e diretores de grandes estatais.

Cessou também o predomínio do campo sobre a cidade, no sentido de que os principais interesses econômicos e a maior força de trabalho do país estão localizados no meio urbano, de cuja atividade industrial e bancária o meio rural tornou-se subordinado.

Essa subordinação do campo em relação à cidade manifesta-se de várias maneiras:

I. O campo é um fornecedor de mão-de-obra e gêneros alimentícios para o meio urbano; agora não mais se comercializam apenas os excedentes nas cidades, como ocorria no período colonial, mas produz-se essencialmente para o comércio urbano;

II. O setor agrário de exportação continua a ser importante para a economia nacional, mas agora sua renda é utilizada principalmente para pagar as importações de maquinaria ou petróleo para o setor industrial (e a dívida externa do país, que em grande parte foi gerada por esse setor), e não mais para se importar bens manufaturados de consumo, que já são fabricados internamente;

III. A importância cada vez maior que assumem certos insumos procedentes do meio urbano, como fertilizantes e adubos - além de crédito bancário e máquinas agrícolas -, também caracteriza a sujeição do campo a cidade.

Além de passar a comandar o meio rural que lhe é vizinho (ou às vezes até aqueles bem distantes, como é o caso das metrópoles), as cidades também estabelecem entre si uma rede hierarquizada, isto é, um sistema de relação econômicas e sociais em que umas se subordinam a outras. Em outras palavras, a modernização do país, resultado do crescimento da economia urbano-industrial, produziu uma divisão territorial do trabalho que subroniana campo à cidade, bem como as cidades menos às maiores estabeleceu-se, portanto, um sistema integrado de cidades, em que há um hierarquia: as cidades pequenas (em grande número) dependem das médias (em número menor); estas, por sua vez, subordinam-se às grande cidades ou metrópoles (poucas).

No cume desse sistema hierarquizado de cidades, situam-se as duas únicas metrópoles nacionais: São Paulo e Rio de Janeiro. Elas exercem uma polarização sobre todo o território brasileiro, praticamente comandando a vida econômica e social da Não com suas indústrias, universidades, bancos, bolsas de valores, imprensa, grande estabelecimentos comercia, etc. E, como elas se localizam relativamente próximas (em relações as definições do território brasileiro), existindo em torna da via Dutra uma área intensamente urbanizada, onde estão cidades como São José dos Campos, Taubaté, Lorena, Volta Redonda e outras, convencionou-se nos últimos anos que ali se formou uma megalópole. De fato, essa área superubanizada que vai de São Paulo até o Rio de Janeiro e que abrange cerca de 46.000 km2 (cerca de 0.5% do território nacional) abriga cerca de de 22% da população total do país, mais de 50% dos automóveis e perto de 60% da produção industrial do Brasil.

Logo abaixo das metrópoles nacionais, mais acima de todas as outras cidades, surgem as sete metrópoles regionais - grande cidades que polarizam extensas regiões: Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém.

Nessa escala hierárquica da rede urbana brasileira aparecem em seguida as capitais regionais, cidade que polarizam uma parcela da região comandada pelas metrópoles regionais. Elas e são assim, subordinadas tanto às metrópoles nacionais quanto a uma metrópole regionais (dependendo de onde se localizam) e exercem influência sobre uma área extensa, com inúmeras cidades pequenas e médias, além das áreas rurais ao seu redor. Exemplos: Manaus (AM), polarizada pela metrópole regional da Amazônia Brasileira - Belém -, mas que, por sua vez, influencia uma vasta área (a porção ocidental da Amazônia); Londrina (PR) subordinada a Curitiba contudo exercendo uma ação polarizada sobre todo o norte do Paraná. Outros exemplos: Ribeirão Preto (SP), Cuiabá (MT) Florianópolis (SC), Caxias do Sul (RS), Goiânia (GO), Blumenau (SC), Campinas (SP), Campo Grande (MS), etc.

A seguir temos os centros regionais, cidades médias polarizadas pelas capitais regionais, que, por sua vez, polarizam uma grande quantidade de pequenas cidades. As cidades médias existem em número bem maio do que aquelas a que estão subordinadas (as capitais regionais), constituindo várias centenas em todo o território nacional Alguns exemplos: Jales (SP), Vacaria (RS), Andradina (SP), Anápolis (GO), São João da Barra (RJ), Formiga (MG), Rolândia (PR), entre outras.

Essa rede urbana brasileira, com uma hierarquia que vai das metrópoles nacionais (apenas duas), até as cidades locais (milhares), é um sistema integrado de cidades que está se formando e não configura ainda uma realidade completa. Isso porque o território brasileiro é imenso e algumas extensas áreas, como a Amazônia, ainda são pouco povoadas. Além do mais, as desigualdades regionais de desenvolvimento são muito acentuadas no país, com uma notável concentração das riquezas no Centro-Sul, especialmente em São Paulo. Esses fatos fazem com que a rede urbana não seja totalmente articulada em toda a extensão do território nacional; em algumas áreas, como em São Paulo, esse sistema integrado de cidades existe de forma quase perfeita, mas em outras áreas como na Amazônia, por exemplo, a densidade urbana (quantidade de cidades em relação ao espaço( é pequena e as comunicações entre as cidades, muito precárias.

O sistema urbano articulado é fruto da divisão territorial do trabalho entre o campo e a cidade e entre cidades com recursos (população, equipamentos urbanos) diferente. Esse sistema urbano só se completará quando a indústria se tornar o setor dominante em todo o território, desde que este seja totalmente ocupado e se torne economicamente produtivo. Assim, só existe de forma completa nas áreas de maior desenvolvimento industrial; nas áreas de baixa industrialização, ou naquelas ainda pouco ocupadas, a rede urbana é pobre e desarticulada.

É importante, para entender essa rede urbana, lembrar que os critérios para classificar uma cidade não são rígidos, mas dependem da região em que ela se localiza. Assim, nas áreas de maior industrialização e maior densidade urbana - sobretudo com cidades bem mais equipadas -, o nível de exigências para se considerar um centro urbano como metrópole é bem maior que nas áreas pouco povoadas. Por exemplo, Campinas é uma cidade bem mais industrializada do que Belém e possui equipamento urbano (aeroporto, movimento bancário, universidade, comércio, etc.) superior ao da capital paraense, no entanto, essa cidade paulistana não é uma metrópole regional, e isso se deve à sua localização, próxima de São Paulo. Da mesma forma, algumas cidades consideradas apenas centros regionais em São Paulo poderiam ser capitais regionais se estivessem localizadas na Amazônia. E, inversamente, algumas cidades locais da Amazônia (que são sedes de municípios enorme), se estivessem no Centro-Sul do país, seriam menos povoadas ou vilas.

Bibliografia da Aula:
MOREIRA, João Carlos & SENE, Eustáquio de. "Geografia Geral e do Brasil: Espaço Geográfico e Globalização. Editora Scipione. 2a Edição. 2005. São Paulo.
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